A presença de aves de rapina vai passar a fazer parte do quotidiano dos aterros sanitários de Penafiel e Lustosa, numa estratégia natural para afastar gaivotas destas infraestruturas.
O método, baseado na falcoaria, utiliza falcões e outras aves de rapina para dissuadir grandes concentrações de gaivotas, contribuindo para melhorar as condições operacionais e sanitárias dos locais.
Para implementar este serviço, a Ambisousa formalizou um investimento de 148.896 euros, através de um contrato celebrado com a empresa Vital Varela Unipessoal.
O acordo prevê um custo mensal de 4.136 euros, acrescido de IVA, com início a 1 de maio de 2026. A duração inicial do contrato é de 12 meses, podendo ser renovado por mais dois períodos iguais, até um máximo de 36 meses.
A intervenção vai centrar-se nas unidades de Rio Mau, em Penafiel, e Lustosa, em Lousada, locais onde a presença de gaivotas tem sido recorrente.
O contrato foi assinado pelo diretor-geral da Ambisousa, Antonino Aurélio Vieira de Sousa, e pelo representante da empresa adjudicatária, Vital Ribeiro Varela.
